
7 dicas para um bom ataque – Coaching Esportivo – Linhares Coach
7 dicas para um bom ataque: a questão aqui não é confrontar a defesa, mas brincar com os defensores até fazê-los abrir a guarda. Se a defesa tentar impedir um tipo de movimento, os jogadores automaticamente ajustam seu jogo e começam outra série de passes, que muitas vezes conduz uma melhor oportunidade.
Segue 7 dicas para um bom ataque de Tex Winter:
1. O ATAQUE TEM QUE PENETRAR NA DEFESA:
Para que o sistema possa começar, o primeiro passo é atravessar o perímetro da defesa.
2. O ATAQUE TEM QUE SER JOGADO NO CAMPO TODO:
A transição para o ataque começa na defesa. Os jogadores têm que ser capazes de jogar a quadra/ campo todo e fazer suas jogadas enquanto correm, em velocidade.
3. O ATAQUE TEM QUE TER ESPAÇO ADEQUADO:
Isto é crucial. À medida que se movem pela quadra/ campo, os jogadores devem manter uma distância de 5 metros uns dos outros, para dar a todos espaço de jogo – triangulação.
4. O ATAQUE TEM QUE DAR UM PROPÓSITO AO JOGADOR E À BOLA:
Cada jogador vai passar 80% de seu tempo sem a bola. Na triangulação, os jogadores têm rota predeterminadas a seguir, portanto todos se movendo harmoniosamente em direção à meta comum.
5. O ATAQUE TEM QUE OFERECER UMA BOA POSIÇÃO DE REBOTE E BOM EQUILÍBRIO DEFENSIVO, EM TODOS OS ARREMESSOS/ CHUTES:
Com o triângulo ofensivo, todos sabem onde ir quando um arremesso ou chute é realizado, sempre da melhor posição, de forma a apanhar o rebote ou se proteger do contra-ataque.
6. O ATAQUE TEM QUE DAR AO JOGADOR QUE ESTÁ COM A BOLA A OPORTUNIDADE DE PASSA-LÁ A QUALQUER DE SEUS COLEGAS.
Os jogadores se movem de tal forma que aquele que está com a bola pode ver a todos e atingi-los com um passe. Crias espaços sempre a favorecer troca de passes.
7. O ATAQUE TEM QUE UTILIZAR AS HABILIDADES INDIVIDUAIS DO JOGADOR:
Este sistema usa todos os jogadores como atacantes, o que significa que eles têm que encontrar aquilo que fazem melhor dentro do contexto do time
Fonte:
Jackson, Phill. Cestas Sagradas: lições espirituais de um guerreiro das quadras. – Rio de Janeiro: Rocco, 1997.p.89-90.
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